Postagens

Mostrando postagens com o rótulo redes sociais

Entrevista: Mike Thelwall fala sobre o desenvolvimento e as tendências da altmetria

Imagem
Mike Thelwall em workshop sobre indicadores altmétricos,  na Universidade de Malaya, em 2019. O repertório linguístico dos cientistas tem ficado mais diversificado de uns anos para cá. Novos conceitos têm feito parte do vocabulário dos pesquisadores, como os termos "curtir", "compartilhar", "tweetar", "tbt", entre outros. As redes sociais estão mais presentes no contexto das pesquisas desses profissionais, tanto para divulgar artigos quanto para dar suporte aos próprios processos do fazer científico. Ou seja, para muitos cientistas, o Twitter, Facebook, Instagram e até, mais recentemente, o Tik Tok não são meras plataformas de passatempo. Esses pesquisadores estão quebrando barreiras de uma interpretação tradicional sobre esse tipo de plataforma digital de interatividade e descobrindo que também são meios valiosos de potencializar as suas práticas acadêmicas e estar melhor posicionados em rankings internacionais de pesquisas. Em 2010 surgiu o te...

Instagram é a rede social mais prejudicial à saúde mental

Imagem
S abe aquele baixo astral que dá quando você fica muito tempo nas redes sociais? Não é só com você. Além do tempo perdido, as horas conectado também afetam nossa saúde mental. Assim como uma droga, quanto mais tempo você passa diante do celular ou do computador, mais tempo você quer ficar. A metáfora não é em vão: redes sociais são mais viciantes que álcool e cigarro – é o que diz a pesquisa realizada pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem. E, dentre elas, o Instagram foi avaliado como a mais prejudicial à saúde mental dos jovens. Continue lendo... Fonte: Superinteressante.

Neuroze é alimento do autoritarismo

Pessoas estressadas são um prato cheio para  virarem massa de manobra política T em muitos médicos que gostam de dizer que “os hormônios determinam a sua realidade”. Faz sentido. Muito do nosso bem-estar depende da saúde hormonal. No entanto, um aspecto pouco discutido sobre isso é que a questão hormonal não é um problema pessoal apenas, que fica na esfera do indivíduo. É um problema social. Ouso até a dizer que a saúde hormonal pode influenciar condições políticas e sociais de grande escala. Um belo exemplo disso é o impacto das mídias sociais como moduladoras emocionais ao longo do dia. Há várias pesquisas científicas mostrando hoje uma correlação entre o uso recorrente de redes sociais e a busca por descargas de dopamina. A dopamina não é um hormônio, mas sim um neurotransmissor responsável por recompensar esforços motivados. Em outras palavras, é responsável pelo bem-estar que sentimos com relação a determinadas tarefas. A dopamina é liberada, por exemplo, quando rece...

Zygmunt Bauman: “As redes sociais são uma armadilha”

Imagem
Ele é a voz dos menos favorecidos. O sociólogo denuncia a desigualdade e a queda da classe média. E avisa aos indignados que seu experimento pode ter vida curta. O polonês (Poznan, 1925) era criança quando sua família, judia, fugiu para a União Soviética para escapar do nazismo, e, em 1968, teve que abandonar seu próprio país, desempossado de seu posto de professor e expulso do Partido Comunista em um expurgo marcado pelo antissemitismo após a guerra árabe-israelense. Renunciou à sua nacionalidade, emigrou a Tel Aviv e se instalou, depois, na Universidade de Leeds (Inglaterra), onde desenvolveu a maior parte de sua carreira. Sua obra, que arranca nos anos 1960, foi reconhecida com prêmios como o Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades de 2010, que recebeu junto com Alain Touraine Entrevista completa. Fonte: Ricardo de Querol/El País Brasil.

David Lyon, sociólogo: ‘A vigilância hoje é parte de nós’

Imagem
David Lyon: "Sequer percebemos as câmeras ao nosso redor, e achamos que elas têm a capacidade de nos proteger, o que é falso" - Ana Branco / Agência O Globo Fonte: Barbara Marcolini/ O Globo. “Nasci há 64 anos em Edimburgo, na Escócia, e estudo os efeitos da vigilância na sociedade há mais de 40. Todos os dias me pergunto como posso fazer com que as pessoas sejam mais críticas em relação às redes sociais. Sou professor universitário em Kingston, no Canadá, onde moro com minha mulher” Conte algo que não sei. Uma das metáforas mais comuns para vigilância é a ideia dos “olhos de Deus”. Ela está ligada à Era Medieval, quando a noção de Deus era usada de forma repressora para tentar criar controle social. Na Bíblia, o trecho em que os “olhos de Deus” são descritos não tem a ver com controle, mas com cuidado. A servente de Abraão e Sara, Agar, foi resgatada do deserto por um anjo. Ela estava vulnerável, e Deus a encontrou. Acho esse um ponto fascinante para c...

Brasil ocupa 7º lugar no Índice de Conectividade

Imagem
Ranking lista países com maior relação entre gastos com Tecnologias da Informação e Comunicação e PIB O Brasil ocupa o 7º lugar no ranking de países com a maior relação entre gastos com Tecnlogias da Informação e Comunicação (TIC) e Produto Interno Bruto (PIB). A conclusão faz parte do Índice Global de Conectividade (GCI, em inglês) 2015, publicado na quarta (22) pela empresa chinesa de telecomunicações Huawei. O relatório analisa a conectividade, uso de TICs e transformação digital em 50 economias de todo o planeta. Entre os países que têm maior relação entre gastos com TIC e PIB, o Brasil só fica atrás de China, Estados Unidos, Índia, Japão, Alemanha e Rússia. Em um índice mais elaborado, que contrapõe o CGI ao PIB per capita, o Brasil está em um "grupo intermediário", na 26º colocação, próximo de outras economias em desenvolvimento como Chile (20º), China (23º) e Rússia (25º). O líder da lista são os Estados Unidos. Elogios O estudo apon...

Livro para baixar: "Cultura, política e ativismo nas redes digitais

Imagem
Sérgio Amadeu da Silveira, Sérgio Braga, Cláudio Penteado (organizadores). Clique aqui para baixar.

Dois pesquisadores da UFRJ ganham o Prêmio Pesquiador do Ano – 2013 da Biotech-Space

Imagem
D ois pesquisadores da Universidade Federal de Rio de Janeiro (UFRJ) ganharam o prêmio Pesquisador do Ano – 2013. Os pesquisadores Paula Grazielle Chaves da Silva, na categoria Aluno Pesquisador, e Stevens Kastrup Rehen, na categoria Pesquisador Pleno, foram reconhecidos pelos seus méritos pela comunidade de pesquisadores em biotecnologia e biociências do Brasil. O Prêmio Pesquisador do Ano foi instituído pela rede de pesquisadores Biotech-Space ( www.biotechspace.com.br ) para promover o reconhecimento de pesquisadores e alunos que tenham contribuído de forma relevante à pesquisa na área. As indicações para o prêmio são feitas pela própria comunidade de pesquisadores de diversas instituições brasileiras pertencentes a Rede Biotech-Space. A seleção é feita por um comitê composto por pesquisadores das melhores universidades e centros de pesquisa do país. O prêmio Pesquisador do Ano – 2012 foi outorgado ao pesquisador Willy Beçak, do Instituto Butantan de São Paulo. Para a...

Facebook manipulou newsfeed para realizar experimento científico

Imagem
MARK ZUCKERBERG (FOTO: EDITOR) Q uando você concorda com os termos de uso do Facebook, você concorda com a cessão de alguns dados destinados à análise de seus hábitos para o direcionamento de conteúdo da sua timeline, publicitário ou não. Outro dos possíveis destinos para os dados coletados pelo Facebook são pesquisas. E, hoje, a rede social de Zuckerberg surpreendeu os usuários quando dois de seus pesquisadores publicaram um estudo em uma revista científica no qual admitem terem alterado o tipo de conteúdo recebido por mais de 600 mil usuários. O motivo? Queriam entender, de um viés psicológico, o comportamento dessas pessoas no site. Os cientistas modificaram o algoritmo de usuários escolhidos de forma aleatória para que mostrassem conteúdo mais positivo ou negativo. E, depois, analisavam o conteúdo postado pelos próprios usuários. A ideia era entender se o que vemos em redes sociais afetam a forma com que nos sentimos. Em outras palavras, se os sentimentos publicados no Fac...

A próxima tendência no marketing online: anunciar usando seus hábitos offline

O procedimento funciona assim: uma loja física (vamos chamá-la de Magazine do Zé) coleta os e-mails de seus clientes (seja em cadastros de crediários ou em promoções) e leva a lista para uma empresa de marketing online. Essa empresa também é associada com outros sites na web, e quando alguém daquela lista de e-mails loga em um dos sites, a empresa pode tagear esses usuários com um cookie. Então, se o usuário entrar no site do Magazine do Zé, ele verá ofertas personalizadas de acordo com as compras físicas que ele fez na loja. Matéria na íntegra. Fonte: Galileu.

Redes sociais devem superar mídia tradicional em publicidade

Tradução: Fernanda Lizardo, edição de Leticia Nunes. Com informações de Mark Sweney [“Social media is set to be the advertising winner at the Brazil World Cup”, The Guardian, 8/6/14] . A Copa do Mundo se inicia e é bem provável que nesta edição os setores tradicionais da imprensa – TV e rádio, em especial – tenham uma surpresa em termos de arrecadação publicitária. Tudo indica que boa parte dos recursos de marketing e patrocínio esteja sendo mais direcionado às mídias sociais como Twitter, YouTube e Facebook. A importância de uma estratégia de mídias sociais é confirmada pelo Twitter. Lewis Wiltshire, diretor de parcerias esportivas da rede social, disse que até então já foram publicados mais posts sobre a Copa do Mundo do que durante todo o torneio de 2010 – e isso antes do primeiro jogo do campeonato. Continue lendo... Fonte: Observatório da Imprensa.

Como evitar que o Facebook rastreie os sites que você visita

O Facebook anunciou que começará a analisar o histórico de navegação de seus usuários mesmo fora da rede social. Saiba como impedir isso com poucos passos. O Facebook anunciou que começará a analisar os hábitos de seus usuários enquanto eles não estiverem dentro da rede social. Esse é um movimento inédito do Facebook para fornecer a empresas anúncios com foco mais direcionado a seus internautas.  A rede social será capaz de acessar o histórico do navegador. Fazer uma busca no Google sobre videogame, portanto, alertaria o Facebook que você é um potencial comprador de games. Mesmo que você fale muito pouco sobre jogos na rede social, o Facebook saberá que mostrar anúncios dessa área para você lá dentro será efetivo. Isso pode causar certo desconforto nos usuários. Mas é possível, com alguns passos, fugir dos olhos que tudo enxergam de Mark Zuckerberg. Continue lendo.... Fonte: Revista Exame.

Cinco alternativas ao WhatsApp

O Facebook anunciou a compra do WhatsApp por US$16 bilhões. Teve gente que não gostou da notícia - seja por não concordar com a forma de negócio do Facebook (que armazena dados dos usuários para vender para empresas ou fazer propaganda direcionada) ou apenas por não ir com a cara de Zuckerberg. Seja lá qual for o motivo, há alguns serviçosque podem substituir com eficiência o papel do WhatsApp em sua vida. (Mas vale lembrar: a maioria deles só será útil caso seus amigos também usem o mesmo serviço.) Confira: Disponível para iOS, Android, Windows Phone 8 and BlackBerry Gratuito Viber - oferece o envio de mensagens de texto, fotos e vídeos de graça, nos mesmos moldes do Whatsapp, e ainda permite que você ligue para o celular ou até para a versão desktop de outros usuários. Disponível para iOS, Android, Windows Phone 8 e BlackBerry Gratuito Tango - além das funções conhecidas do WhatsApp, permite ligações entre usuários e oferece também alguns joguinhos par...

Facebook compra o aplicativo WhatsApp por US$ 16 bilhões

Imagem
Mark Zuckerberg elogiou app que tem 450 milhões de usuários. 'Serviços que atingem a casa do milhar são incrivelmente valiosos', disse. Jan Koum, presidente-executivo do WhatsApp, durante conferência em Munique, na Alemanha (Foto: Divulgação/DLL) O Facebook anunciou nesta quarta-feira (19) a compra do aplicativo WhatsApp por US$ 16 bilhões. O valor é o mais alto já pago por um aplicativo para smartphones desde que a própria rede social comprou o Instagram. Também é a maior aquisição do site de Mark Zuckerberg. Continue lendo... Fonte: G1.

No ano eleitoral, Dilma Bolada pode deixar a política

D ilma Bolada, a personagem que caiu nas graças dos internautas e até da presidente Dilma Rousseff, pode mudar de cara em 2014. O criador do perfil no Twitter e no Facebook, Jeferson Monteiro, está repensando o futuro da sátira da presidente nas redes sociais. Em ano de eleição, Dilma Bolada pode se distanciar da política e tratar apenas de variedades. A última opção do estudante de publicidade é tirar a personagem do ar. Continue lendo... Fonte: Época Negócios.