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Mostrando postagens com o rótulo ciências naturais

Pesquisa destaca a importância da contribuição popular para a ciência

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É possível ao cidadão comum contribuir para a geração de conhecimento científico? De acordo com quatro pesquisadores da Amazônia e do Paraná, isso não só é possível como também é fundamental. Eles compilaram dados das 766 espécies de aves que ocorrem no estado do Paraná, baseados em 70.346 registros individuais de referências científicas tradicionais e 79.468 do que eles chamaram de "esforços científicos populares não coordenados" (CS ou "Citizen Science", Ciência Cidadã ou Ciência Participativa em português), ou seja, registros de aves provenientes de não-cientistas. Os resultados mostraram que a CS supre a falta de dados sobre a composição de aves em várias microrregiões do estado e complementa o conhecimento sobre a diversidade de aves da região, sendo uma importante ferramenta para estudos macroecológicos. Íntegra da matéria. Fonte: ECO.

Sinitox lança dois quizzes educativos sobre plantas tóxicas e animais peçonhentos

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Jogos relacionam o comportamento humano a características e hábitos de plantas tóxicas e animais peçonhentos V ocê está mais para ‘comigo-ninguém-pode’ ou um ‘escorpião’? Se você quer saber em que categoria você se enquadra, o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox) está disponibilizando, como material educativo, dois quizzes (jogos de questionários que tem como objetivo avaliar os conhecimentos dos participantes), mas nesse caso eles traçam a personalidade do participante: "Qual planta tóxica é você?" e "Que animal peçonhento é você?". Os jogos relacionam o comportamento humano a características e hábitos de plantas tóxicas e animais peçonhentos, buscando prevenir casos de intoxicação. A iniciativa é para divulgar a informação sobre plantas tóxicas e animais peçonhentos de uma forma mais lúdica e divertida para a população. Segundo Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox, é fundamental que as informações sobre intoxicaç...

V Semana Nacional do Cérebro - 14 a 20 de março de 2016

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Astrônomos da Babilônia já usavam geometria para rastrear Júpiter

O s antigos astrônomos babilônios já usavam gráficos geométricos para calcular a posição dos planetas 1.400 anos antes de a técnica ser "redescoberta" por matemáticos no Ocidente. A revelação foi feita pelo arqueoastrônomo Mathie Ossendrijver, da Universidade Humboldt, em Berlim, e ganhou a capa da última edição do periódico científico americano "Science". A descoberta se deu a partir da análise de quatro tabletes praticamente intactos que foram inscritos na Babilônia entre 350 e 50 a.C. A próspera cidade mesopotâmica se localizava onde hoje é a região central do Iraque, no Oriente Médio. Continue lendo... Fonte: Folha de SP.

Tabela periódica ganha quatro novos elementos, todos superpesados

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Eles foram descobertos por russos, americanos e japoneses O cientista Kosuke Morita aponta o elemento 113 na tabela, descoberto por japoneses - Kasuhiro Nogi/France Presse. Q uatro novos elementos foram acrescentados à tabela periódica, o que finalmente completa a sétima linha da tabela e torna os livros de Química em todo o mundo instantaneamente desatualizados. Descobertos por cientistas do Japão, da Rússia e dos Estados Unidos, os elementos foram identificados em 30 de dezembro pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac, na sigla em inglês), organização global com sede nos EUA que rege a nomenclatura química, a terminologia e a medição. A Iupac anunciou que uma equipe russo-americana de cientistas do Instituto de Pesquisa Nuclear em Dubna, na Rússia, e o Laboratório Nacional Lawrence Livermore, na Califórnia, conseguiram produzir provas suficientes para afirmar a descoberta dos elementos 115, 117 e 118. Já o crédito da descoberta do elemento 113, que ta...

Entrevista: a comunicação pública da ciência no México

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O presidente da  Sociedade Mexicana para a Divulgação da Ciência e Tecnologia (Somedicyt) , Jorge Padilla, concedeu entrevista ao blog Dissertação Sobre Divulgação Científica  na qual aborda aspectos variados e em discussão sobre a comunicação pública da ciência (CPC). Entre outros assuntos, o engenheiro químico fala sobre  os problemas, estratégias e desafios do campo no México e na América Latina, incluindo o jornalismo científico, apresenta contornos do desenvolvimento histórico e institucional da CPC mexicana e relata parcerias da Somedicyt com instituições brasileiras. Confira a entrevista: O que a Somedicyt representa para a Comunicação Pública da Ciência (CPC) no México? Padilla: Atualmente, com mais de 210 sócios agrupados em 10 divisões profissionais, a Somedicyt é a maior e mais importante agremiação formal de divulgadores da ciência e tecnologia no México. Estamos presentes em 17 das 32 entidades federativas da República Mexicana.  Tr...

Congresso reúne opositores da teoria da evolução; biólogos criticam 'novo criacionismo'

O químico Marcos Eberlin, 55, tem um currículo muito parecido com o de outros pesquisadores de alto nível do país. Com centenas de artigos publicados em revistas especializadas, ele é membro da Academia Brasileira de Ciências e professor titular da Unicamp, chefiando um laboratório especializado em espectrometria de massa (grosso modo, uma técnica que permite "pesar" moléculas). Para consternação de vários de seus colegas, porém, Eberlin também é um dos organizadores do 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, que começa em 14 de novembro, em Campinas, reunindo os principais adversários da teoria da evolução entre cientistas do Brasil. Continue lendo... Fonte: Folha de SP.

Miguel Nicolelis assina artigo da Nature Methods de junho

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'Foi extraordinário', diz paraplégico que usou exoesqueleto em abertura

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Juliano Pinto conta bastidores do 'chute simbólico' na Copa. Equipamento transforma força do pensamento em movimentos mecânicos. U m dia depois de ser protagonista de um experimento científico em plena abertura da Copa do Mundo do Brasil, Juliano Alves Pinto, de 29 anos, ainda comemora a oportunidade de ter sido escolhido para usar o exoesqueleto desenvolvido por um consórcio de pesquisadores, liderado pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. Nesta quinta-feira (12), na Arena Corinthians, o jovem deu um “chute simbólico” na Brazuca, a bola do Mundial, vestindo o equipamento criado pelo projeto “Andar de Novo”. Segundo os cientistas, a máquina transforma o pensamento em controles mecânicos, recuperando movimentos do corpo que foram paralisados por lesão medular. Continue lendo... Clique na imagem para ampliá-la. Fonte: G1.