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Mostrando postagens com o rótulo guerra

On Charlie Hebdo: The War over Universalisms

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An original TFN exclusive ~ by Rafael Capurro L eia na íntegra o texto de Rafael Capurro sobre o episódio que envolve o jornal Charlie Hebdo e segmentos da comunidade islâmica. Fonte: TheFreeLanceNetizen.

Le Monde: Comprendre les Origines de la Guerre à Gaza en 5 minutes

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Um século atrasada, TV estatal síria dá notícia urgente sobre atentado a Francisco Ferdinando

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Na tarja da notícia, em árabe, está escrito: ‘Vinte feridos em uma explosão durante passagem da comitiva do arquiduque’ - Reprodução do Twitter S ábado passado, 28 de junho, uma notícia de última hora divulgada pela TV estatal da Síria anunciava o atentado ao arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-Húngaro. Na tarja do breaking news, embaixo do monitor, lia-se: “Vinte feridos em uma explosão durante passagem da comitiva do arquiduque”, na tradução do árabe. Informações precisas, porém veiculadas com um século de atraso. O atentado à bomba à comitiva do arquiduque e o posterior assassinato a tiros de Francisco Ferdinando ocorreram em 28 de junho de 1914, em Sarajevo, capital da Bósnia – mas que na época pertencia ao Império Austro-Húngaro. O episódio é considerado estopim da Primeira Guerra Mundial. Continue lendo... Fonte: O Globo.

Estado Islâmico quer expandir poder para além do Oriente Médio, dizem analistas

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Para estudiosos, Irã, Jordânia, Líbano e até Europa estão no alvo de jihadistas Membros leais ao Estado Islâmico no Iraque e na Síria (Isis) hasteiam bandeira do grupo em Raqqa -  REUTERS-29-6-2014 O grupo extremista Estado Islâmico no Iraque e na Síria (Isis) — que reduziu o nome para apenas Estado Islâmico, após anunciar a criação de um califado no domingo passado — quer consolidar seu poder. Para isso, busca colocar sob seu controle jihadistas sunitas na extensa área do anunciado califado, com cerca de 900 quilômetros, do Noroeste da Síria ao Leste do Iraque. E, para estudiosos, os objetivos vão para além do Oriente Médio, podendo atingir países europeus. Mas quem fechar aliança terá que jurar fidelidade ao califa e entregar armas. Ninguém além dos insurgentes do Estado Islâmico, uma dissidência da al-Qaeda, poderia portar armas, mesmo após o juramento. Recentemente, o Estado Islâmico tomou a cidade de al-Bu Kamal, de onde controla o lado sírio da principal f...