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Ladrões arrombam casa em Laranjeiras e levam pesquisas de 10 anos de especialista da UFRJ

U m furto na Quarta-Feira de Cinzas, em Laranjeiras, que vem sendo investigado pelos policiais civis da 9ª DP (Catete), poderia ser apenas mais um nas estatísticas se não fosse um detalhe: os ladrões que invadiram o apartamento na Rua Almirante Salgado levaram dez anos de pesquisa de uma das maiores especialistas em ocupações populares do Rio. A doutora em urbanismo e planejamento urbano Maíra Machado Martins, pesquisadora do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro), da UFRJ, teve furtados computadores com todo seu acervo de fotografias. Também estavam armazenados artigos acadêmicos, textos e anotações de seu trabalho de campo e diversos artigos. Continue lendo... Fonte: O Globo.

On Charlie Hebdo: The War over Universalisms

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An original TFN exclusive ~ by Rafael Capurro L eia na íntegra o texto de Rafael Capurro sobre o episódio que envolve o jornal Charlie Hebdo e segmentos da comunidade islâmica. Fonte: TheFreeLanceNetizen.

Rio e São Paulo não são mais donas da violência no Brasil

O s índices de homicídios de SP e Rio ainda estão longe de causar inveja a países desenvolvidos. Mas elas já não são o que o Brasil tem de mais violento. Clique e saiba mais . Fonte: Revista Exame.

Brasileiro cria doodle sobre violência policial na Copa

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De quinta-feira passada, 12, quando começou a Copa do Mundo no Brasil, até o dia 13 de julho, quando o evento chega ao fim, o Google fará gracinhas diárias com sua página inicial através de doodles. Mas nada que a gigante de buscas fizer deve superar o doodle que um brasileiro criou para criticar a repressão policial aos protestos contra a Copa: Fonte: Olhar Digital.

Mulheres mudam suas vidas quando conhecem seus direitos

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Foto: UnB Ciência P esquisa avaliou 54 estudantes do curso de Promotoras Legais do Distrito Federal e mostrou que as mulheres mudam quando se descobrem protagonistas no reconhecimento de seus Direitos. "Eu não tinha noção de como as mulheres sofriam violência diária pela sociedade. Refiro-me às violências disfarçadas, que muitas vezes eu nem percebia como agressão”, disse uma das 54 participantes da turma de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal (PLP/DF) de 2011. Realizado há oito anos, o curso ensina as mulheres a se descobrirem como protagonistas na construção e na conquista por reconhecimento de seus Direitos. Uma pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Direito analisou como o projeto PLP fez diferença na vida das mulheres. Leia a matéria na íntegra. Fonte: Cecília Lopes/  Secretaria de Comunicação da UnB Abraços e boa noite!