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Mostrando postagens com o rótulo psicologia

Instagram é a rede social mais prejudicial à saúde mental

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S abe aquele baixo astral que dá quando você fica muito tempo nas redes sociais? Não é só com você. Além do tempo perdido, as horas conectado também afetam nossa saúde mental. Assim como uma droga, quanto mais tempo você passa diante do celular ou do computador, mais tempo você quer ficar. A metáfora não é em vão: redes sociais são mais viciantes que álcool e cigarro – é o que diz a pesquisa realizada pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem. E, dentre elas, o Instagram foi avaliado como a mais prejudicial à saúde mental dos jovens. Continue lendo... Fonte: Superinteressante.

Neuroze é alimento do autoritarismo

Pessoas estressadas são um prato cheio para  virarem massa de manobra política T em muitos médicos que gostam de dizer que “os hormônios determinam a sua realidade”. Faz sentido. Muito do nosso bem-estar depende da saúde hormonal. No entanto, um aspecto pouco discutido sobre isso é que a questão hormonal não é um problema pessoal apenas, que fica na esfera do indivíduo. É um problema social. Ouso até a dizer que a saúde hormonal pode influenciar condições políticas e sociais de grande escala. Um belo exemplo disso é o impacto das mídias sociais como moduladoras emocionais ao longo do dia. Há várias pesquisas científicas mostrando hoje uma correlação entre o uso recorrente de redes sociais e a busca por descargas de dopamina. A dopamina não é um hormônio, mas sim um neurotransmissor responsável por recompensar esforços motivados. Em outras palavras, é responsável pelo bem-estar que sentimos com relação a determinadas tarefas. A dopamina é liberada, por exemplo, quando rece...

Facebook manipulou newsfeed para realizar experimento científico

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MARK ZUCKERBERG (FOTO: EDITOR) Q uando você concorda com os termos de uso do Facebook, você concorda com a cessão de alguns dados destinados à análise de seus hábitos para o direcionamento de conteúdo da sua timeline, publicitário ou não. Outro dos possíveis destinos para os dados coletados pelo Facebook são pesquisas. E, hoje, a rede social de Zuckerberg surpreendeu os usuários quando dois de seus pesquisadores publicaram um estudo em uma revista científica no qual admitem terem alterado o tipo de conteúdo recebido por mais de 600 mil usuários. O motivo? Queriam entender, de um viés psicológico, o comportamento dessas pessoas no site. Os cientistas modificaram o algoritmo de usuários escolhidos de forma aleatória para que mostrassem conteúdo mais positivo ou negativo. E, depois, analisavam o conteúdo postado pelos próprios usuários. A ideia era entender se o que vemos em redes sociais afetam a forma com que nos sentimos. Em outras palavras, se os sentimentos publicados no Fac...