sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Entrevista: comunicadores fundam a RedeComCiência


Um grupo de profissionais da divulgação científica criou recentemente a Rede Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Ciência. A instituição está em fase de consolidação, mas a primeira gestão já tomou posse. O jornalista André Biernath, repórter da Revista Saúde, da Editora Abril, é o presidente da RedeComCiência até 2021.

Nesta entrevista para o blog Dissertação Sobre Divulgação Científica, ele falou sobre os desafios e objetivos da organização, que chegou com a proposta de impactar o desenvolvimento profissional da área e, também, a forma como a sociedade lida com a informação e o conhecimento científicos. 

Biernath abordou, também, a realidade, as oportunidades e os desafios do jornalismo científico nos dias de hoje, em que a internet, a multimidialidade e as "fake news" assumem importantes proporções na comunicação e na credibilidade sociais. Uma das metas da Rede é organizar o primeiro Congresso Brasileiro de Jornalismo de Ciência. O que podemos esperar da Rede? É o que vamos conferir agora!


Entrevista

O que é a RedeComCiência? Como ela é estruturada?
A Rede Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Ciência é um grupo de profissionais das mais diversas áreas interessados em melhorar a divulgação da ciência em nosso país. A nossa ideia é unir os diferentes atores sociais responsáveis pelo processo de comunicação  - jornalistas, assessores, profissionais de comunicação interna, cientistas - para debater os nossos ofícios e melhorar a forma como levamos a informação até o público. Em tempo de "fake news" e de negacionismo da ciência, um trabalho desses é mais do que necessário. 

Atualmente, a rede está estruturada em uma diretoria composta por presidente, vice-presidente, tesoureira, secretária e quatro diretores. Além disso, realizamos reuniões mensais abertas para a participação de qualquer pessoa interessada.

O que motivou a criação da RedeComCiência?
Ao participar da Conferência Mundial de Jornalistas de Ciência em 2017, realizada em São Francisco, nos Estados Unidos, eu estranhei e me incomodei com a baixa representatividade de jornalistas brasileiros, especialmente em mesas que tratavam de assuntos ocorridos no Brasil, como a cobertura da epidemia de zika vírus. Foi nesse mesmo evento que eu conheci algumas associações internacionais de jornalistas científicos já bem consolidadas, como as da Argentina e do México. E me perguntei se no Brasil não teria uma proposta semelhante. 

Na própria conferência, eu conversei com alguns colegas brasileiros e surgiu a ideia de criar algo parecido aqui em nosso país. Também vimos que a reconhecida Associação Brasileira de Jornalistas Científicos (ABJC) não estava mais operante, infelizmente. Começamos, então, com um grupo fechado de Facebook, que logo reuniu mais de 100 participantes nas primeiras semanas. Isso foi em fevereiro de 2018. Em março, realizamos nossa primeira reunião presencial mensal e, desde então, crescemos bastante. Atualmente temos mais de 600 participantes no grupo e acabamos de formalizar a RedeComCiência como uma associação.

Quais são os desafios da RedeComCiência?
Estamos agora formalizando a Rede para que ela vire uma entidade jurídica e possa crescer e se desenvolver. Acredito que o grande desafio seja o de engajar as pessoas para que elas se mantenham atuantes e, mais que isso, se sintam representadas pela instituição.

Quais projetos a sua gestão da RedeComCiência pretende desenvolver, até 2021?
Primeiro, queremos deixar nossa casa bem arrumada. Isso significa fazer todas as burocracias para que a Rede exista de verdade, com CNPJ, estatuto social e conta bancária. Na sequência, vamos criar um site oficial e abriremos as inscrições para os membros. O nosso objetivo é fazer o primeiro Congresso Brasileiro de Jornalismo de Ciência dentro desse período também.

"É um absurdo precisarmos fazer reportagens para mostrar que a terra é redonda, em pleno século XXI. Temos que criar mecanismos mais eficientes para lidar com as `fake news`. Talvez, isso nem envolva os seres humanos, mas sim máquinas com inteligência artificial e algoritmos"André Biernath.



A Rede pretende atuar na formulação de políticas públicas? Como?
Essa é uma questão que ainda precisamos discutir melhor para definir como será a nossa atuação. Mas pretendemos, sim, nos posicionarmos em algumas questões.

Qual é o perfil dos comunicadores da ciência hoje em dia no Brasil?
A mais ampla possível. Temos pessoas com todas as formações e vivências. E isso é muito rico e faz a rede existir. Precisamos de todas essas experiências para melhorarmos, juntos, a divulgação de ciência em nosso país. 

Como os profissionais da divulgação científica devem lidar com as "fake news"?
Esse é um dos conceitos mais proferidos nos últimos tempos. Eu, particularmente, tenho a sensação de que estamos sempre correndo atrás do prejuízo. Sai uma nova notícia mentirosa, ela causa um estrago e nós precisamos corrigir. Mas não sabemos ao certo o tamanho do problema e quantas pessoas foram impactadas. 

É um absurdo precisarmos fazer reportagens para mostrar que a terra é redonda, em pleno século XXI! Temos que criar mecanismos mais eficientes para lidar com as "fake news". Talvez, isso nem envolva os seres humanos, mas sim máquinas com inteligência artificial e algoritmos. Em paralelo, precisamos investir na educação para que as pessoas tenham uma mínima formação em ciência para que elas suspeitem e contestem as informações que fujam do método e do rigor científico.

Como promover a divulgação da ciência em tempos de redes sociais e de multimidialidade?
Apostando justamente nessas ferramentas. Precisamos estar em todos os meios que as pessoas utilizam e conversar com elas o tempo todo.

Como você analisa o mercado de trabalho dos divulgadores da ciência?
É bastante diverso e com algumas oportunidades. Mas, há muito espaço para crescer ainda no Brasil. Precisamos de programas de comunicação mais consolidados e eficientes em instituições públicas e privadas. Para que, assim, o trabalho não dependa apenas de um bom e esforçado profissional, mas que ele integre um sistema qualificado que leve informação científica de qualidade aos diferentes públicos.

Que tipo de habilidades o divulgador da ciência precisa adquirir para exercer com propriedade a profissão?
A principal delas é saber conversar com diferentes públicos e passar aquela informação, muitas vezes complexa e cheia de termos técnicos, de uma maneira palatável e entendível. Isso, claro, sem perder o rigor científico. 

Quais são os estímulos e os desestímulos da área hoje em dia no Brasil?
Acho que o principal estímulo é o quanto precisamos avançar ainda e o espaço que existe para isso. Não será uma coisa da noite para o dia. Mas ao evidenciarmos a importância da divulgação científica, mais pessoas perceberão como o trabalho nessa área é relevante. 

Você vai participar da Conferência Mundial de Jornalistas de Ciência, que acontece em julho na Suíça. Qual a importância desse evento para a área e quais tópicos tendem a ser mais levados em consideração?
Trata-se do principal evento da área. Ali estão os grandes jornalistas internacionais e as principais discussões sobre o jornalismo de ciência. Assim como na conferência de 2017, tive a oportunidade de conhecer e conversar com colegas incríveis, o que resultou em todo esse trabalho que estamos fazendo. Espero que na edição de 2019, eu possa fazer mais contatos, ter novas ideias e apresentar a nossa RedeComCiência para as instituições internacionais.

Simpósio + Exposição #MUSEUdeMEMES A política dos memes e os memes da política


O Simpósio + Exposição #MUSEUdeMEMES é um evento acadêmico de âmbito transdisciplinar, que congrega um simpósio, a ser realizado entre 29 e 31 de maio de 2019, das 9h às 21h, e uma exposição, que será inaugurada no dia 18 de maio, ambos no Museu da República (Palácio do Catete), Rio de Janeiro. A realização do evento é de pesquisadores da Universidade Federal Fluminense, através do projeto #MUSEUdeMEMES, e do Museu da República.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Curso a distância de Bibliometria e Indicadores Científicos

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Fiocruz lança novo número da revista "Trabalho, Educação e Saúde"


A primeira edição de 2019 de Trabalho, Educação e Saúde celebra os 50 anos da principal obra de Paulo Freire, "A Pedagogia do Oprimido".

Na primeira edição do ano de Trabalho, Educação e Saúde (vol. 17, no 1), revista científica editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, celebramos os 50 anos do livro Pedagogia do Oprimido, obra magna do educador popular Paulo Freire, concluída no outono de 1968, quando vivia no exílio em Santiago, no Chile


Fonte: Paulo Guanaes/Fiocruz.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Brumadinho sob a ótica da comunicação e informação em saúde

“A lama sem alma
Que a água do rio secou
Derrama e exala
Um cheiro tão forte de dor”.

(Música: ‘Lama sem alma’, Edu Krieger)

 “A intensa cobertura da mídia, quando acontecem esses eventos catastróficos, muitas vezes favorece o sensacionalismo e a cultura do envio de donativos. Isso aconteceu em Mariana, está acontecendo novamente em Brumadinho e só despolitiza a questão.” Com essas duras palavras, a doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS), do Icict/Fiocruz, Patrícia Barcelos analisa o desastre de Brumadinho.

Ela e outros colegas visitaram o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), em junho passado para saber como estava a vida das pessoas três anos após a tragédia que atingiu a região. Da experiência, resultou um filme, produzido pelos próprios alunos, e um seminário, apresentado em agosto de 2018.

Patrícia e seus colegas fizeram uma análise do que viram em Mariana e do que está ocorrendo hoje, em Brumadinho (MG), sob a ótica da Comunicação e Informação em Saúde. Para saber sobre a experiência dos alunos de doutorado do PPGICS, leia a matéria completa no site do Icict, por meio desse link.

Fonte: ICICT  - Fiocruz.


sábado, 8 de dezembro de 2018

Matéria de Capa - Pouso em Marte (TV Cultura)





Esta edição do Matéria de Capa, da TV Cultura, leva você para um tour virtual sobre Marte. A viagem durou 7 meses, tempo suficiente para percorrer mais de 480 milhões de km a uma velocidade de até 200 mil km/h. Após essa longa jornada, a nave Insight superou o momento mais difícil: o pouso na superfície do planeta vermelho, um dos maiores desafios para a engenharia espacial. 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Prêmio nacional de fotografia estimula popularização da ciência



O Prêmio de Fotografia - Ciência & Arte tem como objetivos fomentar a produção de imagens com a temática de Ciência, Tecnologia e Inovação, contribuir com a divulgação e a popularização da ciência e tecnologia e ampliar o banco de imagens do CNPq. Inscrições até 18 de janeiro de 2019.

Correios lançam selos em homenagem a cientistas brasileiros





César Lattes e Joanna Döbereiner ilustram dois selos interligados por um átomo, elemento comum entre os dois cientistas. Os lançamentos serão nos dias 11, 14 e 19 de dezembro em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, respectivamente

Os Correios vão lançar dois selos homenageando o cientista César Lattes, cujo trabalho e dedicação impulsionaram a construção da estrutura político-administrativa de ciência no Brasil, e a cientista Joanna Döbereiner, pioneira no estudo da biologia do solo e na pesquisa sobre a Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) nas plantas pela bactéria rhizobium, descoberta que se tornou referência mundial e revolucionou a agricultura no País. Os lançamentos serão nos dias 11, 14 e 19 de dezembro em São Paulo (Museu Catavento), Rio de Janeiro (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) e Curitiba (Universidade Federal do Paraná), respectivamente.



Fonte: Jornal da Ciência.

sábado, 1 de dezembro de 2018

"O Museu, as fake news e a pós-modernidade"

Artigo de Marcos Raposo, do Museu Nacional/UFRJ, para a coluna Ciência & Matemática, do jornal O Globo.

Podemos analisar cada fato histórico em diferentes perspectivas. Uma delas é a perspectiva pontual, de causalidade imediata. Outra é a perspectiva histórica, que apresenta, na verdade, vários graus de aproximação.

O incêndio no Museu, há quase três meses agora, foi causado, em um nível mais imediato, pelas primeiras fagulhas de fogo. Olhando-se em uma perspectiva um pouco mais contextualizada, entretanto, vemos o descaso histórico de autoridades como um agente tão nocivo quanto o próprio fogo. Da mesma forma, no caso das famosas “fake news” podemos culpar a primeira pessoa a elaborar a tal notícia falsa ou apontar, em uma perspectiva mais ampla, como responsáveis, as redes sociais e sua total falta de filtros. As trágicas consequências de ambos os processos para nossa cultura e democracia são bastante bem conhecidas e não serão discutidas neste texto.

Aqui nós exploraremos um movimento histórico muito mais amplo, temporalmente mal delimitado e definido, mas que se impõe como potente pano de fundo responsável por inúmeras tendências que vivem deixando os observadores do mundo em que vivemos atônitos. Falamos aqui da pós-modernidade ou da condição pós-moderna como é comumente referida.

Ela, a pós-modernidade, pode ser entendida, simultaneamente e paradoxalmente, como o mais belo fruto do modernismo e também como uma aguda consequência de seu maior fracasso. Ela é uma conclusão inevitável dos avanços científicos e filosóficos da modernidade e, portanto, boa, mas é também o desalento de quem, não atento às advertências de Platão, conferiu ao nosso conhecimento um poder maior do que ele de fato poderia possuir.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Uber traz bicicletas elétricas compartilhadas da Jump para o Brasil em 2019


A Uber começou a oferecer serviço de bicicleta elétrica compartilhada em janeiro deste ano por meio de uma parceria com a Jump e, logo depois, anunciou a aquisição da parceira. Agora, a companhia vai trazer a nova modalidade para o Brasil em 2019, apesar de nenhuma data oficial ter sido confirmada. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

FIOCRUZ: Roda de conversa sobre "Imagem e Informação: (in)visibilidades" no dia 18/10


Foto de Wander Rocha.


Serviço
Evento: Roda de conversa sobre "Imagem e Informação: (in)visibilidades" 
Convidados: Fotógrafos Teresa Neves, Wander Rocha e Leo Salo
Mediadora: Rosinalva Souza (LICST/Icict/Fiocruz)
Dia / Horário: 18/10 - 5ª feira, 10h às 12h
Local: Prédio da Expansão do Campus, 4º andar - sala 401 - Av. Brasil, 4.036, em Manguinhos.


Fonte: ICICT/Fiocruz.

Reciis: Sob o impacto de setembro





Roberta Carvalho/Reciis


Este terceiro número da Reciis – Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Icict, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), como mostra a belíssima capa, é dedicada à campanha brasileira pela prevenção ao suicídio, o Setembro Amarelo. A pesquisadora Mariana Bteshe reflete sobre a complexidade e a multicausalidade da questão, nos mostrando que não basta falar sobre o assunto. Com foco na perspectiva do cuidado em saúde mental, a autora discute aspectos fundamentais para a compreensão dos processos comunicacionais, psíquicos e sociais que envolvem o fenômeno.

Não será por meio da racionalidade ou da responsabilização das vítimas que reduziremos os índices de suicídios e tentativas. Ao contrário, nossa melhor chance é um olhar atento e compassivo para o sofrimento profundo vivenciado por quem procurou alívio nesse gesto extremo e também por seus familiares e amigos. É preciso investir na criação e manutenção de espaços de acolhimento, sobretudo, no Sistema Único de Saúde (SUS), diz Bteshe.

A edição foi lançada ainda sob o impacto do incêndio que no dia 2 de setembro destruiu grande parte do acervo do Museu Nacional no Rio de Janeiro. Num dos editoriais, Rosany Bochner, editora científica da Reciis, relaciona a nossa curta memória brasileira com as cinzas do nosso patrimônio ao elencar uma série de incêndios que vêm queimando nossa cultura. A verba que faltava para a preservação aparece em grandes somas para a reconstrução do que foi destruído. Uma conta que nunca vai fechar e só nos deixa mais pobres no sentido mais humano possível.

Este número nos brinda com quatro artigos originais que têm em comum abordagens produzidas a partir das práticas de saúde que envolvem o uso de tecnologias de informação e comunicação. Além de uma análise acerca do papel da mídia na construção da agenda governamental para o SUS, outro destaque é o estudo comparativo entre o estado nutricional de crianças que frequentam três creches no município de Carapicuíba (SP) com o estado nutricional de seus pais, a partir de dados referentes ao consumo alimentar, à classe econômica e à escolaridade. 

Já o ensaio intitulado “A (in)formação científica e humanizada dos profissionais da área de saúde: a literatura nas humanidades médicas” nos oferece uma reflexão sobre o diálogo entre literatura e ciência. O relato de experiência nos apresenta um interessante projeto que propõe o envolvimento de alunos de três escolas públicas estaduais em Belo Horizonte na construção de questões relacionadas à saúde.

domingo, 14 de outubro de 2018

Revista Informação@Profissões lança novo número



Imagem para capa da revista
v. 7, n. 2 (2018)


A revista Informação@Profissões é um periódico técnico-científico eletrônico vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Acesse aqui!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Google abre inscrições para Feira de Ciências Internacional


Google Science Fair já teve finalista brasileira. Inscrições vão até 12 de dezembro


google (Foto: Flickr/ Neon Tommy)
GOOGLE (FOTO: FLICKR/ NEON TOMMY).


Desde 2011 a Google estimula adolescentes a buscarem respostas para diversas perguntas através da tecnologia, ciência, engenharia e matemática. O projeto Google Science Fair, que chega a mais uma edição em 2018, pretende repetir essa pergunta.

O Brasil, por sinal, já teve uma representante entre os finalistas do evento – aconteceu em 2016, quando a jovem Maria Vitória Valoto, de apenas 16 anos, representou o país (e toda a América Latina) ao criar uma cápsula reaproveitável que, ao ser posta no leite, faz a hidrólise do açúcar, ajudando a combater a intolerância à lactose.


Fonte: Revista Galileu.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências - novo prazo para submissões de trabalhos

PRAZO DE SUBMISSÕES PRORROGADO
PARA 15 DE OUTUBRO





O Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC) é um evento bienal promovido pela Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (ABRAPEC). A 12a edição será realizada de 25 a 28 de junho de 2019, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal/RN. O tema do encontro será Pesquisa em Educação em Ciências: Diferença, Justiça Social e Democracia. Acesse aqui.

domingo, 16 de setembro de 2018

Grupo de pesquisa sobre jornalismo ambiental lança e-book


O Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) lançou o e-book  "Jornalismo ambiental: teoria e prática". Clique aqui e acesse!



segunda-feira, 3 de setembro de 2018