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Indústria do açúcar manipulou a ciência como fez a do tabaco

E m 1954, Robert Hockett foi contratado pelo Comitê de Pesquisa da Indústria do Tabaco nos EUA. O objetivo (não declarado) dessa instituição era semear dúvidas sobre a solidez científica dos estudos que mostravam os perigos do tabagismo. Por meio de ferramentas como essa, as indústrias do setor estabeleceram vias de colaboração com o Estado, em princípio para cooperar com o desenvolvimento de estratégias para reduzir os danos à saúde causados por seus produtos. Entretanto, como determinaram sentenças judiciais nos últimos anos, a indústria aproveitou tais espaços para bloquear todo tipo de medidas que pudessem prejudicar seus interesses comerciais, como o financiamento de programas para deixar de fumar. Continue lendo... Fonte: El País.

Chamada da revista Comunicação, Mídia e Consumo, da ESPM

F oram prorrogadas até o dia 20 de agosto as submissões de trabalhos para o dossiê temático "Comunicação e Estetização do Cotidiano" da terceira edição do ano de Comunicação, Mídia e Consumo, da ESPM.  A ementa do Dossiê 32 pode ser conferida abaixo:  Estetização da cultura; cultura da imagem; borramento/diluição de fronteiras entre real e imaginário; dessacralização e secularização da arte; espetacularização da vida; moda e estetização do corpo; cultura de consumo; fetichismo da mercadoria; mídia e protagonismo da imagem; centralidade da mídia na constituição das subjetividades; estética e processos de midiatização; políticas de visibilidade e regimes de gosto; musealiazação do mundo.  As submissões de trabalhos para as seções artigos diversos, resenhas e entrevistas também se encontram abertas. Saiba mais. Fonte: ESPM.

"Brasil errou ao atrair Copa e Olimpíada", afirma Antonio Negri

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Antonio Negri/ Foto de Daniel Marenco. U m dos mais influentes intelectuais marxistas deste início de século, o filósofo italiano Antonio Negri, 80, diz que o Brasil errou ao apostar na realização da Copa e da Olimpíada. Ele vê na "política dos grandes eventos" uma negação dos valores locais e da cultura das favelas. Em visita ao país às vésperas do Mundial, Negri critica as exigências da Fifa e diz que a entidade age como um instrumento do "novo capitalismo" globalizado. "A Fifa e o Comitê Olímpico Internacional atuam como grandes ONGs capitalistas. Mas não vão aos países para ajudar ou distribuir esmolas, e sim para buscar lucros", afirma. Continue lendo... Fonte: Folha de SP.