Maior projeto da ciência brasileira ganha a canetada que faltava para virar realidade
Acelerador de partículas Sirius deverá ficar pronto em 2018, em Campinas. Custo total do projeto é de R$ 1,3 bilhão
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Pesquisador analisa equipamento em uma das linhas de luz do acelerador atual, no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas. Foto: Marcio Fernandes/Estadão (2013) |
O maior projeto da ciência brasileira ganhou a canetada que faltava para se tornar realidade. Em uma cerimônia em Campinas, foi lançada a pedra fundamental e assinado, nesta sexta-feira (19), o contrato de construção do prédio de 68 mil metros quadrados (maior do que muitos estádios de futebol) que vai abrigar o novo acelerador de partículas brasileiro, chamado Sirius. O custo total estimado do projeto é de R$ 1,3 bilhão, e a previsão é que a máquina comece a operar em 2018.
Fonte: Herton Escobar/Estadão.
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